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JAN
18
18 JAN 2023
CULTURA
Capacitação prevista no edital “Movimenta Mulheres: economia criativa na Cultura” inicia no dia 20/01
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As aulas seguintes serão sempre aos sábados, no Centro de Formação de Aprendizes e Trabalhadores (Ceforte), das 8h às 12h, nos próximos sete meses

A partir da próxima sexta-feira (20/1), às 14h horas, no auditório da Escola Municipal Heitor Villa Lobos (praça Marília de Dirceu, 20, Inconfidentes), a Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura, dá início ao curso de capacitação das pessoas que foram cadastradas no edital Movimenta Mulheres: economia criativa na Cultura. 

As aulas seguintes serão sempre aos sábados, no Centro de Formação de Aprendizes e Trabalhadores (Cefort), das 8h às 12h, nos próximos sete meses. Essa capacitação é voltada às mulheres socioeconomicamente vulneráveis ou vítimas de violência e pretende aliar o processo de aprendizagem à proposta de acompanhamento psicossocial e acolhimento das crianças/filhos em espaço de recreação, além de garantir vale transporte e uma renda básica no valor de R$250.

O aperfeiçoamento será realizado sempre aos sábados, no Cefort (rua São Marcos, 247, Água Branca), das 8h às 12h, a partir do dia 21 de janeiro. Ao todo, serão ofertadas 100 vagas distribuídas em turmas de vinte alunas, por modalidade. Serão ofertados cinco cursos: arte em tecido, jardinagem, marcenaria, mosaico e olaria, com garantia de infraestrutura e material. 

“Trata-se de uma oportunidade para uma parcela da sociedade se capacitar, que é vulnerável. Há, também, garantias para que essas mulheres se desloquem, deixem seus filhos com pessoas preparadas e tenham uma renda, a fim de que possam, aos poucos, retomarem suas vidas e se prepararem para o mercado de trabalho”, informou o subsecretário de Cultura, Marcelo Bones.

O processo de seleção individual das candidatas foi realizado em outubro. Nos últimos meses, foi feito o levantamento dos materiais necessários para início das aulas, bem como orçamento para as despesas da capacitação. 

Outra questão identificada durante o processo de inscrição é que boa parte delas não acessam nem o Cras nem o Creas e não são cadastradas em programas de transferência de renda. Outro levantamento constatado é que a maioria nunca fez um curso profissionalizante

“Nos apontou a capilaridade deste projeto, a necessidade de uma ação intersetorial das políticas públicas relativas à proteção da mulher, criança e adolescente, e garantia de direitos. Precisamos investir numa atenção integrada para estas alunas, que residem nas oito regionais de Contagem e que estão no perfil de vulnerabilidade econômica ou de violência”, ressaltou Bones. 

Para ele, é fundamental discutir e criar políticas públicas que pensem estratégias de redução das violências contra as mulheres, passando pela criação de políticas públicas de inclusão, formação profissional e  geração de renda. “O incentivo à produção artesanal constitui uma forma alternativa de incentivo à economia criativa, assegurando a preservação da cultura local e a geração de emprego e renda para inúmeras famílias”, finalizou.

 

Autor: João Cavalcanti
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