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16 NOV 2021
DEFESA SOCIAL
Reunião avalia atuação dos órgãos de segurança na Tereza Cristina para reduzir riscos durante temporais 
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Representantes da Prefeitura de Contagem e de Belo Horizonte estiveram reunidos, na última sexta-feira (12/11), com o objetivo de avaliar os protocolos de atuação integrada e propor melhorias que aumentem a segurança de motoristas e pedestres na avenida Tereza Cristina durante as chuvas.  

A reunião remota, realizada no formato debriefing, que facilita a aprendizagem por meio da experiência, foi motivada após o incidente ocorrido no dia 01/11, no qual uma motorista foi resgatada pelo Guarda Civil de Contagem junto com os moradores da Vila São Paulo, após seu veículo ficar ilhado durante uma enxurrada provocada por temporal.  

De acordo com a secretária de Defesa Social de Contagem, Paola Soares, a intenção deste debriefing foi verificar quais pontos precisam ser otimizados e reformulados para que casos, como o da motorista Cibelle Freitas Oliveira, não voltem a acontecer. “Precisamos ter ações regionalizadas para as áreas de divisa e articular protocolos de forma que o bloqueio da avenida seja feito o quanto antes e de forma sincronizada entre Contagem e BH”, salientou.  

Além da secretária, a reunião contou a participação de gestores da Defesa Civil de Contagem e Belo Horizonte, do Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte - COP-BH, e da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte - URBEL, técnicos da Transcon e BHTrans e agentes da Guarda Civil de Contagem e de BH. Cada órgão teve cerca de sete minutos para explicar sua atuação, qual a percepção sobre o incidente e o que pode ser aperfeiçoado.  

Para a subsecretária de Proteção e Defesa Social de Contagem, Ângela Gomes, as revisões precisam levar em conta a capacidade de execução da equipe, de insumos e tecnologia disponível. “Acredito que as melhorias passam pela ampliação da sinalização; treinamento dos voluntários e da equipe incumbida de fazer os bloqueios na via, pela implementação de sirenes que aumentam o alcance da informação; e pelo aperfeiçoamento dos sistemas de georreferenciamento e dos aplicativos de navegação”.  

Para ela, “há lacunas que podem ser analisadas e que consequentemente irão facilitar a atuação integrada, aumentando a segurança e indicando a previsibilidade de perigo não só para o motorista, como também para o pedestre, pois há muitas pessoas que transitam pelo local a pé”, avaliou.   

A diretora do COP-BH, Geórgia Ribeiro Rocha, sugeriu revisar o plano de bloqueio e “fazer um pente fino” para ajustar os protocolos. “Talvez seja necessário transformar uma ou outra via secundária - de menor fluxo - em vias prioritárias para que uma instituição pública assuma e possa responder pelo bloqueio, ampliando dessa forma o plano prioritário. Também vejo a  importância de sincronizar os alertas entre as defesas civis de Contagem e BH no que diz respeito à Tereza Cristina e, por último, acho válido publicá-los, simultaneamente, nos grupos do COP- BH e do CICC de Contagem. Sei que os desafios são muitos, por esse motivo avaliações e acompanhamentos se fazem necessários”, ponderou.   

Ao término da reunião, o subsecretário de Proteção e Defesa Civil de Belo Horizonte, Waldir Figueiredo Vieira, agradeceu a participação e a contribuição de todos, ressaltando que é necessário instituir uma rede integrada de comunicação, especialmente nesses eventos de grande volume de chuva. “Também devemos estudar o aprimoramento da tecnologia para reduzir nossa vulnerabilidade. O uso de alarme, cancela, aplicativos, tudo pode ser identificado como possibilidade de redução de riscos. Não estamos aqui para apontar falhas, mas para fazermos proposições e melhorarmos nossa gestão”, finalizou.

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