Na noite de sexta-feira (13/3), aproximadamente 100 jovens receberam os certificados de conclusão das oficinas socioculturais e dos cursos profissionalizantes ofertados pela Estação Juventude. O evento reuniu alunos, familiares e autoridades para marcar o encerramento das formações oferecidas pelo projeto e reconhecer as trajetórias dos participantes, com foco na qualificação, inclusão e ampliação de oportunidades para jovens de 15 a 29 anos. A ação certificou os participantes de sete oficinas e dois cursos profissionalizantes, como Libras e tranças, e faz parte das ações voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de juventude, que incluem formação cultural, esportiva e profissional, além de atendimento psicossocial e espaços de convivência.
O projeto integra o Programa “Mais Direitos Humanos”, que recebeu investimento de R$ 2,5 milhões, o maior valor já aplicado exclusivamente em políticas públicas voltadas à juventude no município. A cerimônia fez parte da programação de aniversário de três anos da Estação Juventude, que foi criada para ampliar o acesso de adolescentes e jovens a oportunidades de formação e convivência, o espaço reúne ações nas áreas de arte, cultura, esporte e qualificação profissional, e oferece atualmente cerca de 30 oficinas contínuas em diferentes regiões da cidade, além de cursos profissionalizantes com carga horária de 40 horas. As oficinas socioculturais têm carga horária média mensal de 12 horas.
Durante esses três anos de funcionamento, o espaço já registrou mais de 35 mil atendimentos, com cerca de 440 ações realizadas entre oficinas, excursões, cursos, eventos culturais e shows, além de aproximadamente 1.200 atendimentos psicossociais. A estrutura conta com estúdios de gravação, salas de informática, ambientes de leitura, auditório e atendimento psicossocial. Em 2025, também passou a contar com uma biblioteca com mais de 500 títulos.
Durante a cerimônia, o vice-prefeito Ricardo Faria ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à juventude e o impacto dessas iniciativas na vida dos participantes.
“Quando a gente está aqui, celebrando isso, a gente está celebrando a vida,
por meio de política pública. Tenho muito orgulho da juventude de Contagem,
que é interessada, engajada e que corre atrás. O governo acredita em cada
um de vocês e por isso trabalha para criar cada vez mais oportunidades
de educação, formação e inserção no mercado de trabalho”.
Vice-prefeito Ricardo Faria
A secretária municipal da Mulher e da Juventude, Camilla Marques, destacou que os momentos de certificação representam a conclusão de etapas importantes na trajetória dos jovens participantes.
“Para a Secretaria da Mulher e da Juventude, da Prefeitura, é sempre uma alegria
muito grande esses momentos de certificação, de marcar mais uma etapa
concluída dos nossos cursos. A Estação Juventude completa três anos
neste mês e temos visto uma consolidação do espaço, com turmas
cada vez mais cheias e presença nos territórios”.
Secretária municipal da Mulher e da Juventude, Camilla Marques
Ela também reforçou que todas as atividades oferecidas pelo equipamento são gratuitas e pensadas para atender às demandas da juventude da cidade: “Tudo que ofertamos é gratuito e pensado com muito cuidado para atender os anseios de vocês. Nosso convite é para que cada vez mais jovens ocupem a Estação Juventude e também nos digam o que esperam da Prefeitura e da Secretaria, para que possamos ampliar ainda mais as oportunidades”
Coordenadora-geral do Programa “Mais Direitos Humanos, Elisania Lima ressaltou que a participação dos jovens é o que dá sentido às ações desenvolvidas no espaço.
“A Estação Juventude existe como espaço de lazer, cultura, aprendizagem
e socialização porque vocês estão junto com a gente. A gente precisa
chamar cada vez mais jovens para participar, porque esse espaço
só faz sentido quando vocês estão conosco”.
Coordenadora-geral do Programa “Mais Direitos Humanos, Elisania Lima
Entre os formandos, a estudante Yasmin Luiza, participante do curso de Libras, destacou o impacto da formação em sua trajetória. “Participar deste curso foi uma experiência muito importante, que trouxe muito aprendizado e mudou a forma como vejo a comunicação e a inclusão. Aprendemos não apenas os sinais, mas também sobre respeito, empatia e a importância de tornar a comunicação acessível para todos”, disse.
Aluno do curso de inglês, Carlos Henrique Cicarelli também compartilhou sua experiência com as atividades da Estação Juventude. “Comecei a participar das oficinas e cursos e isso foi muito bom para mim como pessoa. Fiz novas amizades, aprendi inglês e senti minha cabeça mais leve. Foi uma oportunidade muito importante”, contou.
O momento também representou reconhecimento e transformação para as famílias. A pastora Gislene de Souza, mãe da aluna Ana Flávia, do curso de trança, relatou o impacto da formação na vida da jovem. “Esse curso foi um divisor de águas para ela. As pessoas que conheceu, os amigos e os professores fizeram muita diferença. Sou muito grata a todos, porque esse trabalho transformou a vida dela”, afirmou.
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