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OUT
24
24 OUT 2026
SAÚDE
Parto humanizado: doulas recebem diploma na Maternidade de Contagem
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Curso gratuito completou 20 anos em 2026 e tem como objetivo promover o cuidado e o apoio à mulher na hora do parto
A tarde de quinta-feira (22/10) foi de celebração, com a formatura de mais uma turma do Curso de Doulas, promovido pelo Centro Materno Infantil de Contagem (CMI). O programa, que acabou de completar 20 anos, busca preparar profissionais para contribuir com uma experiência de parto mais acolhedora e humanizada, reafirmando o compromisso do CMI com o cuidado e o respeito às mulheres e suas famílias.

“Quero expressar a nossa sincera gratidão pela confiança, dedicação e comprometimento ao longo de toda essa formação.
Quero deixar uma mensagem especial, para que essas novas doulas nunca percam a sensibilidade, a empatia e o amor que as trouxeram até aqui.
Sintam orgulho da caminhada que fizeram e da escolha generosa de colocar seus conhecimentos a serviço de outras pessoas.
Que essa formatura seja apenas o início de uma trajetória cheia de experiências, aprendizados e histórias emocionantes”.
Superintendente do CMI, Dulcinéia Carvalho


Nesta edição, 13 profissionais receberam o diploma e agora podem dar suporte físico e emocional às gestantes. Ao todo, desde o início do programa, mais de 150 doulas já foram formadas e seguiram para atuação. A formação conta com uma parte teórica com duração de 24 horas aula e outras 300 horas de prática em plantões no próprio CMI, nas quais as participantes vão acompanhar o trabalho de doulas mais experientes no apoio às gestantes. A duração completa da formação é de aproximadamente 1 ano.

 
Este é um grande momento, onde celebramos a formatura dessas doulas, que durante todo o curso se mostraram muito unidas
e realmente conseguiram fazer um trabalho muito especial.
Sempre se mostraram presentes e participativas nos plantões, fazendo, inclusive, muitas parcerias entre elas no acompanhamento às mulheres durante os partos,
contribuindo com esse momento especial na vida das mulheres.

Psicóloga do CMI e coordenadora do programa, Cecília Machado

A formanda Cláudia Angélica Vieira falou sobre o que a levou a se tornar Doula e o que achou do curso. “Eu sou filha de parteira, da zona rural de uma região muito pobre do norte de Minas. E a minha mãe me teve com a ajuda de uma parteira. O parto humanizado é um processo natural, que traz muitos benefícios para a mulher e para a vida do bebê. No curso a gente teve a parte teórica, mas o que mais me emocionou foi a prática, pois ela te traz a vivência, dar esse tratamento humanizado que a mulher precisa, passar essa segurança”, destacou.

A oradora da turma, Deyse Amanda da Cruz, lembrou da responsabilidade que vem junto com o diploma de Doula. “Cada uma de nós chegou até aqui trazendo uma história, uma motivação e uma razão para escolher esse caminho. Mas hoje temos algo em comum: o compromisso de fazer da nossa presença uma ferramenta de cuidado. Ser doula é acreditar que toda mulher merece ser respeitada em sua experiência de gestar, parir e viver o puerpério”, afirmou.
 
 As doulas celebraram a formação e, a partir de agora, estão capacitadas a oferecer suporte físico, emocional e informativo às gestantes. Fotos: Selena Souza/PMC

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Autor: repórter Etiene Egg / Edição: Carol Cunha
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