Participaram da reunião Armando Coló Neto, representante da Habitat para a Humanidade, e Eduardo Gontijo, da Arquitetas sem Fronteiras, entidades selecionadas por meio da Portaria MCID nº 555, de 15 de maio de 2026. Elas ainda estão em fase de habilitação junto ao Ministério das Cidades.
“Queremos fazer essas intervenções na cidade. É nosso intuito fazer as análises, verificar quais residências podem receber o investimento e como podemos realizá-las”, destacou Eduardo Gontijo, que salientou que há um teto médio por moradia e que serão necessárias visitas técnicas, assim como o preenchimento de prerrequisitos dos beneficiados para que as obras ocorram.“Para nós seria ótimo que essas revitalizações acontecessem na cidade, uma vez que há um mapeamento,
há essa necessidade de investimento, que não apenas valoriza as residências, mas levam mais dignidade aos moradores”.
Prefeito de Contagem, Ricardo Faria
Troca de informações e novas reuniões
“A prioridade desse programa é a questão sanitária, o que não impede, dependendo do valor investido,
que isso alcance outros locais da unidade habitacional. O governo federal ainda vai anunciar os outros kits
– até aqui apenas o kit banheiro foi lançado – que irão agregar nesse processo, caso seja possível”.
Secretária de Habitação, Rafaela Guimarães.
Conforme as diretrizes do Programa Periferia Viva, cabe às entidades selecionadas a contratação e a execução dos serviços de assistência técnica. À Prefeitura de Contagem compete prestar apoio institucional e contribuir para a articulação local, sem responsabilidades administrativas, orçamentárias, contratuais, de fiscalização, medição ou gestão financeira da execução dos trabalhos. Na cidade, a expectativa é que as 55 unidades habitacionais possíveis sejam contempladas e que estão localizadas nos bairros Perobas, Buraco da Coruja, Nova Contagem, Estaleiro, Renascer, Estrela Dalva, São Mateus, Confisco e Arvoredo.









