A Febre do Nilo Ocidental é uma doença causada por um vírus transmitido por mosquitos, assim como dengue, zika e Chikungunya.
Na maioria dos casos, a infecção é leve ou até sem sintomas. Em alguns casos, porém, pode afetar o sistema nervoso e se tornar grave.
A transmissão ocorre principalmente pela picada de mosquitos infectados, especialmente do gênero Culex (pernilongo comum).
As aves silvestres são os principais hospedeiros naturais do vírus. O ser humano é considerado hospedeiros acidental.
Importante: não há transmissão direta de pessoa para pessoa no convívio habitual.
O risco aumenta em pessoas expostas a áreas com maior presença de mosquitos e aves silvestres, especialmente:
Áreas rurais;
Áreas próximas a rios, lagoas e valas;
Locais com saneamento precário.
Trabalhadores ao ar livre também devem ter atenção redobrada.
Atualmente, não há vacina disponível no Brasil para humanos.
Por isso, a prevenção contra picadas de mosquito é a principal medida.
As principais medidas são:
Usar repelente;
Instalar telas em portas e janelas;
Evitar água parada;
Melhorar saneamento do ambiente;
Evitar exposição ao amanhecer e entardecer;
Usar roupas compridas.
Aves silvestres e cavalos com sinais neurológicos ou mortos devem ser comunicados imediatamente à Vigilância em Saúde ou Zoonoses do município.
Procure a unidade de saúde se apresentar febre, dor de cabeça ou sintomas neurológicos, principalmente após exposição a áreas rurais ou silvestres com muitos mosquitos.