A difteria é uma doença infecciosa causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.
Ela atinge principalmente:
Garganta;
Amígdalas;
Nariz;
Laringe.
O sinal mais característico é o aparecimento de placas branco-acinzentadas na garganta, que podem dificultar a respiração.
A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias eliminadas ao:
Tossir;
Espirrar;
Falar.
Também pode ocorrer pelo contato com lesões na pele ou, mais raramente, por objetos contaminados.
Os sintomas costumam surgir entre 01 e 06 dias após a infecção. Os principais sinais são:
Placas esbranquiçadas ou acinzentadas na garganta;
Dor de garganta;
Febre baixa;
Mal-estar;
Gânglios inchados no pescoço;
Dificuldade para respirar.
Em casos graves, pode ocorrer inchaço importante no pescoço.
Sim. A difteria pode ser uma doença grave e, sem tratamento rápido, pode causar complicações como:
Por isso, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente diante de qualquer suspeita.
O risco é maior em pessoas não vacinadas. Também aumenta em situações como:
Ambientes com aglomeração;
Locais com baixa cobertura vacinal;
Viagens para áreas com circulação da doença.
A principal forma de prevenção é a vacinação. No SUS, a vacina está disponível no calendário vacinal para:
Crianças;
Adolescentes;
Adultos (reforços).
Manter a vacinação em dia é a forma mais eficaz de proteção.
Sim. A vacina reduziu drasticamente os casos no Brasil.
Quando a cobertura vacinal atinge níveis adequados (cerca de 95%), a ocorrência da doença se torna muito rara na população.